Três perguntas e o app fica do seu jeito: seu ofício, seu nome na proposta e os seus preços.
Sem conta, tudo fica só neste aparelho. Com conta, você troca de celular e seus orçamentos continuam lá.
Esses dois só aparecem no seu cartão de visita. O endereço é só letra minúscula, número e traço.
Assine com o dedo aqui dentro, do jeito que você assina no papel. Ela sai na proposta do cliente, em cima da sua linha.
A tabela pública cobra mão de obra com encargos cheios. Quem paga diária gasta cerca de metade disso — sem ajustar, o orçamento sai com o dobro e você perde a obra.
Quem compra pouco paga mais caro que a média da tabela. Sem isso, o orçamento sai barato demais e você tira do próprio bolso.
Apaga tudo: orçamentos, obras, clientes e os links que você mandou. Não tem volta.
Mande o link para o pedreiro. Ele toca e entra — não precisa digitar código nenhum.
Obras de quem te chamou para a equipe. Toque para ver o cronograma e os recados.
Etapas que outro empreiteiro repassou para você, com o valor combinado entre vocês dois.
Mande no WhatsApp ou imprima. Quem apontar a câmera no código entra com seu contato direto na agenda.
Procure pelo nome de obra: reboco, chapisco, contrapiso.
Referência de valores —
Salvo neste aparelho